A LEITURA COMO MEIO DE EMPODERAMENTO FEMININO

Autores

  • Graziele Ferreira dos SANTOS Fundação Municipal de Educação e Cultura - FUNEC
  • Maria Gabriela Arozio VIEIRA Fundação Municipal de Educação e Cultura - FUNEC
  • Eliana Izabel SCURCIATTO Fundação Municipal de Educação e Cultura - FUNEC

DOI:

https://doi.org/10.24980/rfce.v2i3.2257

Resumo

A leitura é um dos mais importantes fatores no empoderamento feminino. A mulher leitora passa a atuar na sociedade por assim adquirir conhecimentos que antes eram propriedade dos homens. Pelos textos de autores da área da história da leitura e da história da literatura foi possível discutir a trajetória da mulher leitora. Este artigo tem por objetivo discutir as dificuldades enfrentadas pela mulher e sua relação com a educação em uma sociedade patriarcal e refletir sobre as mudanças em sua vida desde que se tornou leitora, sempre visando o papel da leitura no processo de empoderamento feminino. O trabalho foi realizado através de revisão bibliográfica. A leitura foi fator determinante na emancipação feminina. Ao adentrar o universo dos livros, restrito durante muito tempo aos homens, a mulher também passou a adquirir conhecimentos enciclopédicos e não apenas aqueles oriundos do cotidiano. Durante muito tempo a participação social da mulher se restringia aos cuidados do lar e dos filhos. Mesmo depois de adquirir o direito à escola, as mulheres ainda enfrentaram diversos percalços pelo caminho, foi com a leitura que ela se tornou crítica e questionadora sobre sua posição na sociedade em que vivia. Foi possível verificar que, após muitas batalhas, a mulher conquistou o direito de uma educação igual à do homem e a leitura foi uma das principais armas nessa conquista. Sua luta, porém, não terminou, já que atualmente vive-se em sociedades ainda marcadas pelo machismo.

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Publicado

2017-06-02

Como Citar

SANTOS, G. F. dos, VIEIRA, M. G. A., & SCURCIATTO, E. I. (2017). A LEITURA COMO MEIO DE EMPODERAMENTO FEMININO. REVISTA FUNEC CIENTÍFICA EDUCAÇÃO - SEM CIRCULAÇÃO, 2(3), 2–19. https://doi.org/10.24980/rfce.v2i3.2257

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