PRÁCTICA DE AUTOMEDICACIÓN ENTRE ESTUDIANTES DE ODONTOLOGÍA DEL CENTRO UNIVERSITARIO DE SANTA FÉ DO SUL
DOI:
https://doi.org/10.24980/ucm.v14i16.6647Palabras clave:
Odontología, Estudiantes de odontología, Automedicación, Riesgos para la saludResumen
La automedicación, definida como el uso de medicamentos sin prescripción médica, es una práctica asociada a riesgos como resistencia microbiana, enfermedades iatrogénicas y agravamiento de síntomas. El objetivo del estudio fue investigar la práctica de automedicación entre estudiantes de odontología del Centro Universitario de Santa Fé do Sul (UNIFUNEC). Este estudio transversal y descriptivo analizó la prevalencia y factores asociados a la automedicación en 237 estudiantes de Odontología del UNIFUNEC, utilizando un cuestionario validado de 31 ítems aplicado mediante Google Forms. El análisis estadístico incluyó pruebas de chi-cuadrado (p < 0,05). Los resultados revelaron una prevalencia alarmante de automedicación (90,72%), predominantemente en mujeres (69,62%) y estudiantes de 21 a 23 años. Los analgésicos (18,57%) y antiinflamatorios (10,97%) fueron las clases más utilizadas, principalmente para cefalea (34,18%) e infecciones respiratorias (13,50%). A pesar de que el 86,92% reconocía los riesgos, el 89,87% adquirió medicamentos sin prescripción, justificando la práctica por acceso facilitado y autoconfianza en el conocimiento académico. Las correlaciones significativas (p < 0,001) indicaron normalización de la automedicación para el control inmediato de síntomas. Se concluye que la contradicción entre el conocimiento teórico y la práctica expone vacíos en la formación ético-profesional. Se proponen intervenciones curriculares en farmacovigilancia, campañas institucionales en colaboración con la ANVISA y ampliación del apoyo psicológico para mitigar riesgos individuales y colectivos. El estudio refuerza la necesidad de alinear la formación académica con las directrices de seguridad farmacéutica.
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